Tapioca + Cappuccino: a combinação perfeita para começar bem o dia na Estação do Café

Nada combina mais com uma pausa especial do que uma deliciosa tapioca quentinha acompanhada de um cappuccino cremoso. Na Estação do Café, essa dupla conquista pelo sabor, pela leveza e pelo carinho em cada detalhe.

Seja para um café da manhã reforçado, um lanche da tarde ou um encontro agradável, a combinação de tapioca e cappuccino é a escolha ideal para quem aprecia qualidade e um ambiente acolhedor.

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Em entrevista, Dr. Suelson Sales destaca a evolução do SUS e anuncia lançamento de livro sobre a história e os desafios da saúde pública brasileira

Durante a primeira parte da entrevista, de uma série de três, concedida ao jornalista Acélio Trindade, no programa A Conversa é com Acélio, o advogado, especialista em Direito Sanitário e Gestão do SUS, e ex-secretário de Saúde de Codó, Dr. Suelson Sales, apresentou um panorama da evolução da saúde pública no Brasil, desde o período anterior ao Sistema Único de Saúde (SUS) até a sua consolidação na Constituição Federal de 1988. A conversa também marcou o anúncio do lançamento de seu livro, “Sistema Único de Saúde: do princípio aos desafios dos nossos dias”.

História da saúde pública no Brasil

Ao longo da entrevista, Dr. Suelson explicou que, antes da criação do SUS, o Brasil não possuía um sistema público universal de saúde. Segundo ele, durante séculos, a população mais pobre dependia principalmente da caridade, de instituições religiosas e das Santas Casas de Misericórdia para conseguir atendimento médico, enquanto os tratamentos eram acessíveis apenas às pessoas com melhores condições financeiras.

A revolução de Oswaldo Cruz

O especialista também destacou a importância histórica do médico sanitarista Oswaldo Cruz, responsável por liderar campanhas de combate a epidemias como febre amarela, varíola e peste bubônica, além de defender o saneamento básico e a vacinação como instrumentos fundamentais para a prevenção de doenças no país.

Outro tema abordado foi a chamada medicina previdenciária, período em que apenas trabalhadores com carteira assinada e seus dependentes tinham acesso à assistência médica por meio das Caixas de Aposentadorias e Pensões (CAPs), posteriormente substituídas pelo INPS e pelo INAMPS. Dr. Suelson ressaltou que trabalhadores rurais, empregadas domésticas, desempregados e grande parte da população permaneciam excluídos desse atendimento, dependendo da assistência filantrópica.

Saúde como um direito de todos e um dever do Estado

A entrevista também abordou o movimento da Reforma Sanitária, iniciado na década de 1970, quando profissionais de saúde, pesquisadores e movimentos sociais passaram a defender a saúde como um direito de todos e um dever do Estado. Esse processo culminou na 8ª Conferência Nacional de Saúde, em 1986, e, posteriormente, na Constituição Federal de 1988, que instituiu o SUS por meio do artigo 196.

O livro “Sistema Único de Saúde: do princípio aos desafios dos nossos dias”

Para Dr. Suelson, a principal lição dessa trajetória é que a saúde deve ser garantida sem qualquer distinção entre as pessoas. “A saúde precisa ser um direito de todos, sem privilégios. Essa foi a grande conquista da sociedade brasileira ao longo de décadas de luta“, destacou.

Ao final da entrevista, o ex-secretário falou sobre a motivação para escrever o livro. Segundo ele, a obra nasceu do desejo de compartilhar conhecimento sobre a história do SUS com profissionais da saúde, gestores, trabalhadores e toda a população, contribuindo para que mais pessoas compreendam a importância do sistema público de saúde e os desafios enfrentados para sua consolidação no Brasil.

A entrevista terá continuidade em uma próxima edição do programa, quando Dr. Suelson abordará a evolução do SUS a partir da Constituição de 1988 e os desafios atuais da saúde pública brasileira.

Confira a primeira parte da entrevista no programa a Conversa é com Acélio Trindade

Peritoró conquista o 1º lugar no IDEB 2025 da URE Codó nos anos iniciais e registra avanço histórico na educação municipal

A educação de Peritoró segue avançando e conquistando resultados que refletem o compromisso da gestão municipal com a qualidade do ensino. Os resultados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) 2025, divulgados pelo Ministério da Educação (MEC) e pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) na última quarta-feira (05), confirmam o município como referência educacional na região da URE Codó.

Nos anos iniciais do Ensino Fundamental, Peritoró alcançou nota 6,0, conquistando o 1º lugar no ranking da URE Codó. O resultado representa um crescimento expressivo em relação ao IDEB de 2023, quando o município obteve 4,9, registrando um avanço de 1,1 ponto, o maior entre os municípios da regional.

A evolução da rede municipal ao longo dos anos demonstra um trabalho contínuo de fortalecimento da educação. Nos anos iniciais, Peritoró saiu de 3,8 (2017) para 4,3 (2019), manteve 4,3 (2021), avançou para 4,9 (2023) e agora alcança a marca histórica de 6,0 em 2025. Agora, Peritoró ocupa o 1º lugar entre os municípios que integram a Unidade Regional de Educação de Codó e a 27ª posição entre os 217 municípios do Maranhão.

Nos anos finais do Ensino Fundamental, o município também apresentou crescimento, passando de 4,0 em 2023 para 4,3 em 2025, um avanço de 0,3 ponto, conquistando a 2ª colocação, ao lado de Coroatá, no ranking da URE Codó. A trajetória evidencia a evolução da aprendizagem, com índices de 3,1 (2017), 3,3 (2019), retomada do crescimento em 2023 (4,0) e o novo resultado em 2025 (4,3).

O grande Progresso na educação

Os resultados refletem os investimentos realizados pela Prefeitura de Peritoró, por meio da Secretaria Municipal de Educação, na valorização dos profissionais da educação, na formação continuada de professores e gestores. Mais do que posições em rankings, entretanto, o IDEB 2025 revela uma mudança importante na trajetória educacional do município e sintetiza um processo construído ao longo dos seis anos da gestão do prefeito Dr. Júnior, marcado pelo fortalecimento das políticas de aprendizagem, da gestão escolar e do acompanhamento pedagógico

Em 2025, a Secretaria Municipal de Educação também promoveu uma reestruturação organizacional, fortalecendo a atuação das coordenações pedagógicas e intensificando o acompanhamento das escolas, com foco no desenvolvimento das aprendizagens e na alfabetização das crianças. Essas iniciativas contribuíram para consolidar uma educação mais eficiente, inclusiva e comprometida com os resultados.

Parceria com o Governo do Maranhão fortaleceu as ações

Outro componente importante foi o regime de colaboração com o Governo do Estado do Maranhão, especialmente por meio do Pacto pela Aprendizagem. Instituído no âmbito da política educacional Escola Digna, o Pacto trabalha em regime de colaboração com os municípios para fortalecer a aprendizagem, especialmente em Língua Portuguesa e Matemática. A política envolve formação, acompanhamento e materiais pedagógicos destinados às redes municipais.

Em 2025, por exemplo, o Estado ampliou a oferta de materiais complementares para os anos iniciais, contemplando inicialmente 1º e 2º anos e posteriormente estudantes do 3º ao 5º ano, com foco também na recomposição das aprendizagens. Essa cooperação fortaleceu as estratégias desenvolvidas localmente por Peritoró, associando as políticas estaduais ao planejamento e às ações próprias da Secretaria Municipal de Educação.

Uma conquista construída por muitas mãos

Se o IDEB é expresso por números, o resultado de Peritoró foi construído essencialmente por pessoas. Ao longo desses seis anos, o trabalho liderado pela gestão do prefeito Dr. Júnior encontrou na Secretaria Municipal de Educação uma estrutura de mobilização permanente. Sob a liderança do secretário municipal de Educação, Douglas Almeida, e com a atuação das equipes pedagógicas e técnicas, diferentes frentes passaram a trabalhar em torno de objetivos comuns de aprendizagem.

A gestão municipal destaca que essa conquista é fruto do trabalho coletivo desenvolvido por professores, gestores escolares, coordenadores pedagógicos, assessoria educacional, servidores da educação, estudantes e famílias, além do apoio da administração do prefeito Dr. Júnior, reafirmando o compromisso de seguir investindo em uma educação pública de qualidade para transformar vidas e construir um futuro cada vez melhor para Peritoró.

Asscom – PMP

Candidatos ao governo do Maranhão fazem primeiro debate das eleições de 2026

SÃO LUÍS – Os candidatos ao Governo do Maranhão participaram, na noite deste domingo (9), do primeiro debate eleitoral da disputa de 2026. Promovido pela Band Maranhão e correalizado pela Rádio Mais FM, o encontro teve discussões sobre educação, saúde, segurança pública, infraestrutura, impostos, assistência social, pobreza e desenvolvimento econômico.

Participaram André Luís (Missão), Felipe Camarão (PT), Orleans Brandão (MDB), Saulo Arcângeli (PSTU) e Roberto Rocha (PRTB). Convidados, Eduardo Braide (PSD) e Reginaldo Lima (PCB) faltaram ao debate. Durante o programa, não houve menção ao candidato Dimas Cassemiro (PCO).

No início do evento, a organização informou que Reginaldo havia comunicado previamente uma agenda em Imperatriz.

Sobre Braide, a emissora afirmou que a assessoria do candidato havia sinalizado inicialmente a participação, mas depois informou que ele cumpriria compromissos no interior. Em um vídeo publicado nas redes sociais nesta manhã, Braide afirmou estar percorrendo municípios do Maranhão no domingo e disse reconhecer a importância dos debates, mas confirmou presença apenas no encontro promovido pela TV Mirante.

Mediado pelo jornalista Napoleão de Castro, o debate da Band Maranhão teve uma rodada inicial de apresentações, três blocos de embates e um de encerramento. No primeiro e no terceiro, os candidatos fizeram perguntas de tema livre. No segundo, os temas foram sorteados. O quarto e último bloco foi destinado às considerações finais.

Nos confrontos, havia um minuto para a pergunta, dois minutos e 30 segundos para a resposta, um minuto para a réplica e 30 segundos para a tréplica. Os participantes também poderiam solicitar direito de resposta em caso de alegada ofensa pessoal ou moral.

Primeiro bloco
Felipe Camarão x Orleans Brandão
Camarão abriu a rodada perguntando a Orleans sobre educação. O petista comparou resultados do Ideb, criticou a aplicação dos precatórios do Fundef e citou obras do atual governo.

Orleans respondeu afirmando que os indicadores atuais avançaram, destacou tablets, alimentação escolar, transporte e reformas e prometeu colocar 50% da rede estadual em tempo integral, além de ampliar escolas cívico-militares.

Na réplica, Camarão reivindicou mais de 1.500 obras educacionais, unidades do Instituto Estadual de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (Iema), escolas de tempo integral e apontou atrasos e obras paralisadas na atual gestão.

Na tréplica, Orleans afirmou que Camarão estava priorizando ataques e voltou a defender os resultados do governo e a continuidade dos investimentos em educação.

Orleans Brandão x Roberto Rocha
Orleans perguntou a Roberto o que faria diante dos problemas do Hospital da Criança, em São Luís, após citar ações do governo estadual na regionalização da saúde.

Roberto lamentou as mortes na unidade, mas afirmou que a discussão deveria se concentrar na gestão hospitalar e nas mudanças realizadas nas equipes. Também aproveitou a resposta para defender desenvolvimento econômico e infraestrutura como formas de melhorar os indicadores sociais.

Na réplica, Orleans responsabilizou a administração municipal pelas mudanças no hospital, citou números de óbitos e criticou a ausência do candidato Eduardo Braide.

Na tréplica, Roberto insistiu que era necessário investigar a gestão da unidade e as causas dos problemas, e não apenas seus efeitos. Também criticou a ausência de Braide.

Roberto Rocha x Felipe Camarão
Roberto questionou Camarão sobre uma elevada carga de ICMS cobrada em um estado de baixa renda.

Camarão respondeu que pretende reduzir o imposto caso seja eleito e associou a proposta à educação profissional, empreendedorismo e geração de empregos para os maranhenses.

Na réplica, Roberto afirmou que Camarão integrou governos que aumentaram a tributação e defendeu mudanças estruturais na economia estadual.

Na tréplica, Camarão lembrou a antiga aliança de Roberto com o ex-governador Flávio Dino, criticou sua aproximação com o ‘bolsonarismo’ e reforçou seu alinhamento com o presidente Lula (PT), candidato à reeleição.

Saulo Arcângeli x André Luís
Saulo perguntou a André como pretende melhorar as condições de trabalho diante da informalidade e dos casos de maranhenses encontrados em situações análogas à escravidão.

André respondeu defendendo investimentos privados e criticando ONGs e órgãos ambientais que, segundo ele, impedem projetos de desenvolvimento. Citou como exemplo a criação de novo porto na região de Tauá-Mirim, se posicionando contra a criação da reserva extrativista.

Na réplica, Saulo disse que o modelo de grandes empreendimentos não distribuiu a riqueza produzida no Maranhão e defendeu obras públicas, agricultura familiar e a proteção das comunidades tradicionais.

Na tréplica, André voltou a defender a iniciativa privada, a implantação do porto e a regularização das terras de moradores da região.

André Luís x Saulo Arcângeli
André perguntou a Saulo sobre os índices de pobreza e criticou a elevada dependência do Bolsa Família, que classificou como uma política que deveria ser emergencial.

Saulo respondeu que também defende geração de trabalho, mas criticou um modelo em que grandes empresas produzem riqueza no Maranhão sem, segundo ele, distribuir os resultados entre os trabalhadores. Propôs obras, saneamento, moradia e incentivo à agricultura familiar.

Na réplica, André afirmou que empresários são responsáveis pela geração de empregos e voltou a usar o projeto portuário de Tauá-Mirim como exemplo.

Na tréplica, Saulo classificou esse modelo de desenvolvimento como ultrapassado, mencionou impactos ambientais de grandes empreendimentos e sustentou que eles geram menos empregos do que prometem.

Segundo bloco
Roberto Rocha e Orleans Brandão discutem sobre transporte
Roberto perguntou qual seria a diferença entre uma eventual gestão de Orleans e o atual governo na área de logística e infraestrutura.

Orleans citou rodovias construídas e recuperadas pelo governo Brandão, intervenções na Baixada Maranhense e parcerias com o governo federal. Também criticou a situação do transporte coletivo de São Luís.

Na réplica, Roberto afirmou que logística é essencial para aumentar a produção e reivindicou projetos rodoviários que elaborou ou articulou em sua trajetória política.

Na tréplica, Orleans voltou a destacar a parceria com Lula e citou obras de mobilidade na Grande São Luís, como a Avenida Metropolitana e a extensão da Litorânea.

Orleans Brandão e Saulo Arcângeli debatem sobre infraestrutura
Orleans citou estradas e projetos de mobilidade e perguntou a Saulo qual seria sua política para infraestrutura.

Saulo respondeu que infraestrutura também inclui escolas, hospitais e saneamento e criticou terceirizações e modelos privados na saúde e na educação.

Na réplica, Orleans destacou sua passagem pela Secretaria de Assuntos Municipalistas e afirmou ter participado de obras e ações nos 217 municípios.

Na tréplica, Saulo questionou o orçamento da antiga secretaria e criticou a estrutura administrativa criada pelo governo.

André Luís e Felipe Camarão discutem sobre economia
André perguntou a Camarão como pretende desenvolver a economia diante dos índices de pobreza do Maranhão e criticou os governos dos quais o petista participou.

Camarão apontou carga tributária e corrupção como obstáculos e defendeu redução de impostos, agricultura familiar, industrialização, turismo, cultura e sustentabilidade.

Na réplica, André citou uma CPI que investiga Camarão na Assembleia Legislativa e cobrou explicações sobre investigações envolvendo o adversário.

Na tréplica, Camarão afirmou que foi vítima de perseguição e disse que decisões do Tribunal de Justiça e do Superior Tribunal de Justiça foram favoráveis a ele.

Felipe Camarão x Roberto Rocha debatem sobre educação
Camarão perguntou a Roberto qual seria seu projeto para a educação e citou programas implantados quando comandou a Secretaria de Educação.

Roberto respondeu defendendo maior investimento em ensino superior, ciência, tecnologia e inovação. Também citou recursos destinados à Universidade Federal do Maranhão (UFMA) durante seu mandato no Senado e a proposta de uma segunda universidade federal no Estado.

Na réplica, Camarão defendeu a retomada do ‘Escola Digna’ e de programas de alfabetização e afirmou que português e matemática continuam sendo bases necessárias para a expansão tecnológica.

Na tréplica, Roberto criticou o modelo político do qual Camarão participou e fez referência à eleição para o Senado de 2022 e à substituição posterior na representação do Estado.

Saulo Arcângeli x André Luís discutem sobre segurança
Saulo perguntou a André qual seria seu projeto de segurança diante dos índices de letalidade policial no Maranhão.

André apresentou a proposta que chamou de ‘prendeu-matou’, defendeu tratamento específico para integrantes de facções e a retomada de territórios dominados pelo crime organizado.

Na réplica, Saulo classificou a proposta como repressiva e defendeu inteligência policial, prevenção, polícia comunitária, geração de emprego e políticas sociais.

Na tréplica, André manteve a defesa de uma atuação mais dura contra facções e afirmou que a política também incluiria regularização fundiária e ações voltadas às periferias.

Terceiro bloco
André Luís x Orleans Brandão
André perguntou a Orleans qual seria sua proposta de ajuste fiscal.

Orleans respondeu que o Maranhão melhorou sua situação fiscal durante o governo Brandão e citou capacidade de pagamento, novos investimentos, uma biorrefinaria em Balsas e a Zona de Processamento de Exportação (ZPE) de Bacabeira.

Na réplica, André afirmou que ajuste fiscal significa reduzir despesas da máquina pública e propôs cortar 25% dos cargos comissionados.

Na tréplica, Orleans disse que o Maranhão registrou superávit e voltou a defender a capacidade de investimento da atual gestão.

Saulo Arcângeli x Roberto Rocha
Saulo questionou Roberto sobre saúde e educação e também sobre sua identificação com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Roberto afirmou ter orgulho de se posicionar à direita e disse aceitar a definição de ‘bolsonarista’ quando relacionada, em sua visão, à livre iniciativa, família, segurança pública, Forças Armadas e combate à corrupção. Também defendeu a atuação federal durante a pandemia.

Na réplica, Saulo afirmou que Roberto não havia explicado seu modelo para saúde e educação e criticou privatizações, terceirizações e o ‘bolsonarismo’.

Na tréplica, Roberto disse discordar das críticas e voltou a defender Bolsonaro e os valores que associa à direita.

Orleans Brandão x Saulo Arcângeli
Orleans perguntou a Saulo sobre assistência social e destacou o programa ‘Maranhão Livre da Fome’ e a expansão dos restaurantes populares.

Saulo respondeu que programas sociais são necessários, mas criticou o orçamento e a estrutura da assistência estadual. Mencionou casas-abrigo, delegacias especializadas, trabalho infantil e atendimento a pessoas vulneráveis.

Na réplica, Orleans afirmou que o ‘Maranhão Livre da Fome’ movimenta recursos mensais, defendeu qualificação profissional e geração de emprego e citou a expansão das Casas da Mulher Maranhense.

Na tréplica, Saulo afirmou que a estrutura ainda é insuficiente, citando a quantidade de casas-abrigo e o funcionamento das delegacias especializadas.

Roberto Rocha x Felipe Camarão
Roberto perguntou por que a economia do Maranhão cresceu nas últimas décadas, mas o Estado continua apresentando elevados índices de pobreza.

Camarão atribuiu o problema principalmente à desigualdade e defendeu integração com políticas do governo Lula, além de creches, escolas integrais, educação profissional e expansão dos serviços de saúde.

Na réplica, Roberto discordou e afirmou que a principal causa está na estrutura econômica predominantemente primária e na baixa industrialização.

Na tréplica, Camarão criticou a visão do adversário e defendeu que o desenvolvimento também contemple agricultura familiar, quilombolas, indígenas, pescadores e outras comunidades tradicionais.

Felipe Camarão x André Luís
Camarão questionou André sobre saúde, segurança pública e experiência administrativa.

André respondeu apresentando o ‘Livro Amarelo’ do Partido Missão e sua candidatura como alternativa ao que chamou de ‘grupos políticos tradicionais’. Também voltou a defender a retomada de territórios controlados pelo crime.

Na réplica, Camarão citou sua experiência como ex-policial, procurador e professor de Direito, defendeu regionalização da saúde e disse que o enfrentamento ao crime deve ocorrer por meio da prisão e da Justiça.

Na tréplica, André voltou a mencionar a CPI na Assembleia e acusou Camarão de integrar o ‘sistema político’ que afirma combater.

Quarto bloco e considerações finais
O último bloco começou com um direito de resposta de Felipe Camarão. O petista afirmou ter sofrido perseguição política, disse que investigações chegaram a incluir integrantes de sua família e declarou que decisões judiciais suspenderam procedimentos contra ele.

Nas considerações finais, Roberto Rocha reforçou sua posição de oposição aos ‘grupos que administraram o Estado’ e sua identificação com a direita.

Saulo Arcângeli apresentou sua candidatura como ‘alternativa socialista’ e defendeu trabalhadores, movimentos sociais, povos indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais.

André Luís voltou a apresentar o Partido Missão como uma ruptura com ‘forças políticas tradicionais’ e destacou as propostas reunidas no Livro Amarelo.

Felipe Camarão defendeu a retomada de políticas do governo Flávio Dino e reforçou sua ligação com o presidente Lula.

Orleans Brandão prometeu ampliar escolas de tempo integral, hospitais, políticas de segurança, videomonitoramento e programas de combate à pobreza, defendendo a continuidade da atual gestão.

Depois das considerações finais dos candidatos, os veículos organizadores do evento encerraram o programa com um editorial dedicado às ausências no programa. Os veículos afirmaram que todos os candidatos foram convidados com antecedência e nas mesmas condições e defenderam a importância dos debates para o eleitor.

Imirante

Estudo aponta queda na presença dos pais na criação dos filhos

SÃO PAULO – Metade dos brasileiros acredita que os pais estão menos presentes na criação dos filhos atualmente do que em gerações anteriores. Ao mesmo tempo, oito em cada dez pessoas consideram alta ou muito alta a importância da figura paterna no desenvolvimento dos filhos. Os dados são de uma pesquisa realizada pelo Instituto Nexus com 2.013 pessoas de diferentes regiões do país.

O levantamento mostra diferenças na percepção de homens e mulheres sobre a participação dos pais. Entre as mulheres, 56% avaliam que os pais estão menos presentes atualmente, enquanto 31% consideram que a participação aumentou. Entre os homens, 44% dizem que a presença paterna aumentou e o mesmo percentual acredita que ela diminuiu.

Presença no dia a dia é vista como essencial
A pesquisa também investigou o que os brasileiros consideram ser um “bom pai”. Para 49% dos entrevistados, a principal característica é estar presente no dia a dia dos filhos. Na sequência aparecem educar e orientar com limites (19%), demonstrar carinho e afeto (8%), dar exemplo (7%) e oferecer segurança financeira (3%).

A presença cotidiana é considerada mais importante pelas mulheres: 53% apontaram esse aspecto como principal característica de um bom pai, contra 45% dos homens.

Entre os homens, a educação e a orientação com limites aparecem com maior frequência. O atributo foi citado por 21% deles, enquanto entre as mulheres o índice foi de 17%.

Percepção muda conforme a idade
A importância da paternidade também é percebida de maneira diferente entre as faixas etárias. Entre os jovens de 16 a 24 anos, 82% classificam como alta ou muito alta a importância dos pais no desenvolvimento dos filhos.

Esse percentual diminui entre os entrevistados mais velhos. Entre pessoas com 60 anos ou mais, 62% consideram a importância da figura paterna alta ou muito alta.

Quando o assunto é a presença no cotidiano, os índices mais elevados aparecem entre pessoas de 25 a 40 anos, com 56%, e entre jovens de 16 a 24 anos, com 55%. Já entre os mais velhos, a educação ganha maior destaque: o atributo foi citado por 26% dos entrevistados com 60 anos ou mais e por 24% daqueles entre 41 e 49 anos.

Desafio está na participação dentro de casa
Para Marcelo Tokarski, CEO do Instituto Nexus, a pesquisa mostra que a percepção sobre o papel do pai mudou no Brasil. Segundo ele, a figura paterna deixou de ser associada principalmente à responsabilidade financeira e passou a ser relacionada também à presença cotidiana.

O levantamento, porém, indica que essa mudança de percepção ainda não se reflete completamente na prática. A avaliação de que metade dos pais atuais é menos participativa do que os de gerações anteriores aponta para uma diferença entre o discurso sobre a paternidade e a participação efetiva na rotina dos filhos.

Imirante

VEJA A HOMENAGEM DO PREFEITO PAULO VINICIUS A TODOS OS PAIS TIMBIRENSES

Neste Dia dos Pais, quero deixar uma mensagem de carinho a todos os pais da nossa cidade.

Ao lado do meu filho, agradeço a Deus pela oportunidade de viver a paternidade e desejo que este dia seja celebrado com muito amor, união e esperança. Que cada pai continue sendo inspiração, proteção e exemplo para sua família.

Feliz Dia dos Pais! Que Deus abençoe a todos.

Cuidado e carinho para os pequenos: Drogaria Bem-Estar reúne produtos que promovem saúde, conforto e bem-estar infantil

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Memória histórica e tradição: Casa de Taipa encanta visitantes e reforça identidade cultural na 52ª ExpoCodó

Pelo terceiro ano consecutivo, a Casa de Taipa foi um dos espaços mais visitados e emocionantes da ExpoCodó. Idealizada pelo Instituto Histórico e Geográfico de Codó (IHGCODÓ), em parceria com o Sindicato dos Produtores Rurais de Codó, a iniciativa mais uma vez despertou lembranças, reuniu gerações e reafirmou a importância de preservar a história e as tradições do povo codoense.

Criada para retratar as antigas moradias da zona rural e o estilo de vida das comunidades do campo, a Casa de Taipa reúne objetos que fizeram parte do cotidiano de inúmeras famílias, como potes de barro, bilheiras, pilões, utensílios domésticos e imagens religiosas, compondo um ambiente que resgata os costumes, a simplicidade e o modo de viver de outras épocas.

Grande sucesso de público pelo terceiro ano consecutivo

Durante a 52ª ExpoCodó – A Força Jovem no Agro, centenas de visitantes passaram pelo espaço, muitos deles emocionados ao reencontrar elementos que marcaram a infância e a vida no campo. Para boa parte da população de Codó, a casa representa muito mais que uma construção típica: simboliza pertencimento, memória afetiva e o reconhecimento das raízes que ajudaram a construir a identidade do município.

O vice-presidente do Instituto Histórico e Geográfico de Codó, Elias Araújo, explicou a criação do projeto da Casa de Taipa. “Há três anos, o Sindicato dos Produtores Rurais de Codó e o Instituto Histórico e Geográfico de Codó uniram-se com a ideia de levar algo diferente para a Feira Agropecuária de Codó. Surgiu, então, a proposta de construir uma casa de taipa, com o objetivo de relembrar como eram as casas da zona rural e os utensílios que faziam parte do cotidiano de tantas famílias”.

Casa de Taipa: memória, história e identidade

Elias Araújo também atribui o grande sucesso da Casa de Taipa ao significado do projeto para o público codoense, transmitindo memória, história e identidade. “Para surpresa de todos, a receptividade ultrapassou as expectativas. São muitos os depoimentos de pessoas que visitam o espaço e se emocionam ao reencontrar um pouco de sua própria história. Talvez isso se justifique pelo fato de que boa parte da população de Codó tem suas raízes na zona rural. A casa de taipa não representa apenas uma construção antiga; ela resgata memórias, costumes, valores e um modo de vida que faz parte da identidade do nosso povo. Neste ano, não foi diferente. O fluxo de visitantes aumentou, e muitas pessoas nos pedem que a casa continue presente nas próximas edições da ExpoCodó. Isso nos deixa muito felizes, pois demonstra que preservar a memória é também valorizar a nossa história e fortalecer a nossa identidade”, concluiu o vice-presidente do IHGC.

Agradecimentos do IHGC ao povo codoense

Para a presidente do Instituto Histórico e Geográfico do Codó, Melissia Sousa, o sucesso da exposição reforça a importância de iniciativas voltadas à preservação do patrimônio cultural. A receptividade do público, que cresce a cada edição, demonstra o desejo de manter viva essa tradição e de garantir que as novas gerações conheçam e valorizem a história de Codó.

Pelo terceiro ano consecutivo, a Casa de Taipa marcou presença na Expo Codó e, mais uma vez, foi um grande sucesso! Nós do IHGCODÓ agradecemos, de maneira muito especial, a ACRIVI pela parceria e a toda a população codonense que nos visitou, prestigiou, compartilhou histórias, memórias e demonstrou tanto carinho por esse espaço que representa parte importante da nossa identidade. Nosso agradecimento também aos confrades e confreiras que se dedicaram à organização e ao funcionamento da Casa de Taipa. Cada contribuição, cada hora disponibilizada e cada gesto de colaboração foram fundamentais para que pudéssemos realizar, mais uma vez, esse projeto tão querido. A Casa de Taipa vai além de uma exposição. Ela é um espaço de memória, pertencimento e valorização da nossa história, onde diferentes gerações se encontram e reconhecem um pouco das raízes e dos modos de viver do nosso povo”, concluiu a presidente.

Campanha Natal Sem Fome arrecada meia tonelada de alimentos durante o Dia Solidário da 52ª EXPOCODÓ

A solidariedade marcou presença na 52ª EXPOCODÓ. Durante o Dia Solidário, realizado em 6 de agosto, a Campanha Natal Sem Fome 2026 foi oficialmente lançada no município e conseguiu arrecadar aproximadamente meia tonelada de alimentos não perecíveis, graças à contribuição da população. A iniciativa convidou os visitantes da feira a doarem 1 kg de alimento, reforçando o espírito de união e compromisso social. Todos os donativos serão destinados a famílias em situação de vulnerabilidade, levando alimento, esperança e dignidade a quem mais precisa.

Em Codó: valorosas parcerias e mais de 20 anos de trabalho

A Campanha Natal Sem Fome tem origem nacional. Criada em 1993 pelo sociólogo Herbert de Souza, o Betinho, por meio da ONG Ação da Cidadania, tornou-se um dos maiores movimentos de solidariedade do Brasil. Em Codó, a campanha começou em 2004 por iniciativa da Pestalozzi, quando foram arrecadadas cerca de 50 cestas básicas. Desde então, a ação cresceu e passou a reunir importantes parceiros em prol da causa. Atualmente, o Comitê Natal Sem Fome de Codó é formado pelo Grupo Ágata, Pestalozzi, Tiro de Guerra e Rotary Club de Codó, instituições que unem esforços para ampliar o alcance da campanha e beneficiar cada vez mais famílias.

Essa campanha começou em 2004, por iniciativa da Pestalozzi, na pessoa de nosso coordenador Iedo Barros, quando, ainda de forma tímida, foram arrecadadas cerca de 50 cestas básicas. Esse movimento foi crescendo e ganhando valorosas parcerias de instituições que se juntaram a Pestalozzi, como Grupo Ágata, Tiro de Guerra e Rotary Club de Codó, do qual tenho a honra de ser presidente. Para mim, é uma grande honra participar dessa campanha aqui na ACRIVI e contribuir para que o alimento chegue a quem realmente precisa. Quero agradecer ao Coordenador Iedo Barros, a presidente da ACRIVI Inalda Beder e todos das instituições envolvidas. Mais do que arrecadar alimentos, estamos levando esperança, dignidade e solidariedade para muitas famílias.”, declarou o presidente do Rotary Clube de Codó, Elias Araújo.

Intensificando ações até as vésperas do Natal

As ações da campanha terão continuidade a partir de outubro, quando o comitê realizará coletas nos bairros da cidade, contando novamente com a participação da comunidade. Com o lema de que cada quilo doado faz a diferença, a Campanha Natal Sem Fome 2026 reforça que pequenos gestos de solidariedade têm o poder de transformar vidas.

É com grande emoção e alegria que damos inicio a Campanha Natal Sem Fome, na oportunidade deste dia especial de solidariedade na nossa 52ª Expocodó, conseguindo mais de meia tonelada de alimentos para as famílias que mais precisam. Agradeço a nossa Presidente da ACRIVI, Inalda Beder, a nossa companheira Shirley Bruzaca, que veio diretamente de São Luís para nos ajudar e prestigiar, e a solidariedade de nossa população por apoiar nossa campanha. A partir de outubro, o Comitê Natal sem Fome de Codó estará realizando coletas nos bairros, contando mais uma vez com a participação e a generosidade da nossa população. Natal sem Fome é um gesto de amor ao próximo. Cada quilo doado faz a diferença!”, agradeceu o coordenador do Comitê Ação da Cidadania Natal Sem Fome de Codó, Iedo Barros.