MOSTRA DE ROBÓTICA E CIÊNCIAS REÚNE ESTUDANTES E PROJETOS SUSTENTÁVEIS EM TIMBIRAS

A Escola Lourdes Coelho sediou a 4ª Mostra Municipal de Robótica e Ciências STEAM de Timbiras, reunindo estudantes da própria unidade e de escolas convidadas. A programação apresentou projetos ligados à Ciência, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática, além de salas de games, cultura geek, realidade virtual, torneios eletrônicos e observação astronômica com telescópios do IFMA e da UFMA.

Entre os trabalhos expostos, destacou-se o protótipo sustentável desenvolvido pelo estudante Abraão, sob a orientação do professor Euclides Lima, com materiais como canos de PVC, tampinhas, motores e engrenagens de brinquedos antigos. “Não é só lixo, tudo pode ser reutilizado para preservar o meio ambiente”, afirmou o aluno. Idealizada pelo professor Ramon Stefano, a mostra chegou à quarta edição com participação recorde e reforçou o uso da criatividade e da experimentação no ensino em tempo integral.

Título: Dia dos Professores: surpreenda com presentes especiais do Cantinho do Presente!

O Dia dos Professores está chegando, e essa é uma excelente oportunidade para demonstrar carinho, reconhecimento e gratidão a quem dedica a vida a ensinar e transformar histórias.

No Cantinho do Presente, você encontra opções especiais de kits para presentear com elegância e carinho, perfeitos para homenagear esses profissionais tão importantes. São opções que combinam cuidado, beleza e aquele toque especial que faz toda a diferença na hora de presentear.

Neste Dia dos Professores, surpreenda quem faz a diferença na educação com um presente cheio de significado!

Cantinho do Presente: o lugar certo para encontrar presentes especiais para todas as ocasiões!

NOVA BOMBA AMPLIA ABASTECIMENTO DE ÁGUA NO POVOADO FLORES, EM TIMBIRAS

A Prefeitura de Timbiras instalou uma nova bomba submersa no sistema de abastecimento do povoado Flores, na zona rural. O equipamento substituiu o maquinário anterior e possui o dobro da capacidade operacional. Segundo a equipe técnica, a bomba de alta pressão pode distribuir 8 mil litros de água por hora, volume considerado suficiente para atender à demanda da comunidade.

Antes da intervenção, a baixa pressão impedia que a água chegasse regularmente a todas as residências. Com a nova estrutura, cerca de 100 famílias devem contar com abastecimento diário para consumo e atividades domésticas. “Nós estávamos em falta de água, algumas pessoas sem usar porque não estava chegando no limite esperado. A população inteira está feliz. Água é saúde”, afirmou o morador Edmilson.

DIREITO E SAÚDE | O Governador também é o gestor do SUS no Maranhão (Parte I)

Por Suelson Sales

No dia 4 de outubro de 2026, o povo do Maranhão elegeu Eduardo Braide Governador, em primeiro turno, com 54% dos votos válidos. Em 6 de janeiro de 2027, ele toma posse e, junto com o cargo, assume a direção estadual do Sistema Único de Saúde, o SUS. Isso quer dizer que, pelos próximos quatro anos, ele será o principal responsável pela organização da saúde pública em todo o estado.

Muita gente pensa que o Governo do Estado só cuida dos hospitais estaduais, mas a lei pede muito mais do que isso. O SUS divide as tarefas entre a União, os Estados e os Municípios, e cada um tem obrigações próprias. Ao município cabe, principalmente, atender a população no dia a dia, nos postos de saúde e com as equipes de saúde da família. Ao Estado cabe menos atender diretamente e mais fazer o sistema funcionar como uma rede.

A principal função do Estado é coordenar, apoiar e ajudar a financiar a saúde dos 217 municípios maranhenses. Esses municípios estão organizados em 19 regiões de saúde e em três macrorregiões: Norte, Sul e Leste. Na prática, o Estado deve garantir que postos, policlínicas, hospitais e laboratórios de cidades diferentes trabalhem juntos. Quando o posto de saúde não resolve, o paciente precisa ser encaminhado para um serviço maior, e organizar esse caminho é dever do Estado. O Estado só deve executar serviços diretamente de forma complementar, quando o município não tem condições de oferecê-los.

Essas obrigações não são promessas de campanha: estão escritas na lei e podem ser cobradas. A base está na Constituição Federal, que trata da saúde como direito de todos e dever do Estado. A Lei 8.080/1990 organiza o funcionamento do SUS e diz o que cabe a cada ente. A Lei 8.142/1990 trata da participação da comunidade e das transferências de recursos. A Lei Complementar 141/2012 define quanto cada governo deve gastar em saúde e como deve prestar contas. O Decreto 7.508/2011 regulamenta as regiões de saúde, o planejamento e o acordo entre os governos. Há ainda as Portarias de Consolidação do Ministério da Saúde, de 2017, que reúnem as normas detalhadas do SUS.

Ao todo, é possível identificar 17 deveres legais do Estado no SUS. Esses deveres podem ser agrupados em quatro grandes temas, que ajudam o cidadão a entender o papel do Governo.

O primeiro tema é financiar e apoiar os municípios. Isso inclui aplicar o mínimo constitucional em saúde e repassar recursos às prefeituras de forma regular. Inclui também dar apoio técnico, ou seja, ajudar as equipes municipais a trabalhar melhor.

O segundo tema é organizar e coordenar a rede de serviços. Aqui estão as regiões de saúde, o planejamento regional e a gestão dos serviços de alta complexidade. Também está o dever de decidir, junto com os municípios, quem faz o quê na saúde de cada região.

O terceiro tema é vigiar e informar. O Estado coordena a vigilância das doenças, a vigilância sanitária, a saúde do trabalhador e a rede de laboratórios públicos. Também deve acompanhar e divulgar os números de doenças e de mortes no estado.

O quarto tema é prestar contas e garantir direitos. O Estado deve manter o Conselho Estadual de Saúde, a Conferência Estadual e o Fundo Estadual de Saúde funcionando. Deve prestar contas a cada quatro meses e apresentar o relatório anual de gestão. Deve publicar na internet os estoques de medicamentos das farmácias públicas estaduais. E deve fazer valer a Carta dos Direitos dos Usuários da Saúde, com uma ouvidoria que funcione de verdade.

Cada um desses deveres tem impacto direto na vida de quem depende do SUS. A internação que poderia ter sido evitada, a fila sem fim e o remédio que falta têm, por trás, uma tarefa do Governo estadual. Conhecer essas obrigações é o primeiro passo para cobrar resultados de forma justa e informada.

Nas próximas partes desta série, vamos explicar cada um desses temas em linguagem simples. Porque saúde é direito, e direito que a população conhece é direito que a população pode defender.

Suelson Sales

Advogado | Direito Sanitário e Gestão do SUS

Feriado: veja o que abre e fecha nesta segunda-feira (12)

O feriado nacional de Nossa Senhora Aparecida, celebrado na próxima segunda-feira (12), vai alterar o funcionamento de estabelecimentos comerciais e serviços em São Luís e no Maranhão. Enquanto parte do comércio poderá funcionar, bancos, agências dos Correios e unidades do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) não terão atendimento presencial.

Comércio e shoppings poderão abrir
O comércio lojista de São Luís está autorizado a funcionar no feriado, conforme as regras da Convenção Coletiva de Trabalho firmada entre a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Maranhão (Fecomércio-MA) e o Sindicato dos Empregados no Comércio de São Luís.

As lojas de rua, avenidas, galerias e centros comerciais poderão abrir das 8h às 18h. Já os estabelecimentos localizados em shopping centers poderão funcionar das 10h às 22h.

Os trabalhadores convocados para atuar no feriado terão direito ao pagamento das horas trabalhadas com acréscimo de 100%, além de gratificação de R$ 53. As empresas também deverão recolher uma taxa de R$ 13 por empregado em atividade, conforme as regras estabelecidas para o comércio da capital.

Bancos estarão fechados
As agências bancárias não terão atendimento presencial na segunda-feira (12). O funcionamento será retomado na terça-feira (13).

Durante o feriado, os clientes poderão utilizar aplicativos, internet banking, caixas eletrônicos e outros canais digitais. O Pix funcionará normalmente.

Boletos e contas de consumo com vencimento no feriado poderão ser pagos no próximo dia útil, sem acréscimos. Já tributos e impostos devem ser pagos antecipadamente quando não houver previsão de prorrogação, para evitar juros e multas.

Correios e INSS suspendem atendimento presencial
As agências dos Correios também estarão fechadas na segunda-feira, com retomada do atendimento na terça-feira (13). Durante o feriado, os clientes poderão consultar informações e acessar os serviços digitais disponibilizados pela empresa.

As unidades do INSS não realizarão atendimento presencial. Os segurados poderão utilizar o aplicativo e o portal Meu INSS para consultas e outros serviços disponíveis pela internet. O atendimento humano pela Central 135 também poderá sofrer alterações em razão do feriado.

Justiça Federal terá plantão
Na Justiça Federal no Maranhão, não haverá atendimento regular ao público na segunda-feira (12). Os serviços judiciais urgentes serão atendidos em regime de plantão, e o expediente normal será retomado na terça-feira (13).

Supermercados, transporte e serviços de saúde
O funcionamento dos supermercados, do transporte público, das unidades de saúde e de outros serviços pode variar conforme o estabelecimento ou o órgão responsável.

Por isso, a recomendação é consultar os canais oficiais antes de sair de casa, especialmente para verificar o funcionamento das linhas de ônibus, do serviço de ferryboat, das unidades de saúde e de estabelecimentos específicos.

CNB

Dar mesada, ensinar a poupar ou deixar gastar? Veja como falar de dinheiro com os filhos

Dar R$ 10 para uma criança fazer compras no supermercado pode ser mais do que uma forma de deixá-la escolher o que quer levar para casa. Para o bancário Silas Gabriel, é também uma oportunidade de ensinar o filho, Rafinha, de 5 anos, a lidar com o dinheiro.

Nas visitas ao mercado, o menino recebe a quantia e pode escolher alguns produtos. Observa os preços, compara opções e, quando percebe que algo custa caro demais, às vezes desiste da compra e procura uma alternativa.

“Ele vai olhando os preços, escolhendo o que quer comprar. E, quando vê alguma coisa muito cara, às vezes ele mesmo desiste, procura outra opção”, conta Silas.
A experiência chamou a atenção nas redes sociais da família. Segundo o pai, três publicações sobre o assunto ultrapassaram 10 milhões de visualizações cada.

Em casa, o aprendizado também passa por três cofrinhos: um para gastar, outro para guardar dinheiro pensando no futuro e na realização de sonhos e um terceiro para ajudar outras pessoas.

“Então a gente tenta ensinar não só a importância de economizar, mas também a de compartilhar”, afirma.

A empreendedora e jornalista Taiana Costa também incorporou a educação financeira à rotina dos filhos Lucas, de 10 anos, e do irmão, de 7.

Inspirada pela própria experiência, ela começou a trabalhar aos 15 anos para juntar dinheiro e pagar a carteira de motorista aos 18. Mais tarde, desenvolveu um sistema lúdico para ensinar os meninos a administrar os próprios recursos.

O aprendizado com a mesada começou quando Lucas tinha 9 anos. Pelo método, algumas atividades podem render ganhos extras, enquanto determinadas situações geram descontos. No fim do mês, a família calcula o saldo.

O sistema também ajuda a estabelecer metas de consumo. Lucas junta dinheiro para comprar itens mais caros, como um celular ou um PlayStation 5. A proposta é mostrar que realizar desejos exige planejamento e que gastar tudo de uma vez pode adiar outros objetivos.

“Se ele ganhou R$ 100, que tal gastar R$ 90 e guardar R$ 10 para comprar o videogame lá na frente? De pouquinho em pouquinho, você traz a consciência de que é possível alcançar algo mais caro”, contou Taina ao g1.

As duas famílias encontraram maneiras diferentes de introduzir o assunto desde cedo. Mas quando começar a conversa? Como explicar que nem tudo o que a criança quer pode ser comprado? E como abordar temas mais complexos, como dívidas, juros e investimentos?

Investimentos são o assunto mais difícil
Uma pesquisa da Serasa em parceria com a Opinion Box mostra que essas dúvidas também aparecem entre os adultos. O levantamento, realizado entre 31 de agosto e 15 de setembro de 2026, ouviu 1.066 pais de filhos de até 18 anos.

Os investimentos são o assunto mais difícil de explicar às crianças para 28% dos entrevistados. Dívidas, juros e golpes ou fraudes financeiras aparecem na sequência, citados por 21% dos pais cada.

A relação das crianças com a tecnologia também preocupa os adultos. Uma pesquisa do Instituto Locomotiva mostra que 83% dos brasileiros concordam que as crianças de hoje não querem mais brincar na rua e preferem ficar no celular ou na televisão.

Além disso, 82% são contra o acesso a celulares e tablets no dia a dia por crianças de até 3 anos.

Nesse cenário, o desafio é ensinar os pequenos a lidar com o consumo em um ambiente cada vez mais digital. No levantamento da Serasa, 32% dos pais afirmaram que os filhos já fizeram compras não autorizadas em aplicativos, jogos ou plataformas on-line. Em 60% desses casos, os gastos foram de até R$ 100.

O que dizem os especialistas
Para a professora doutora Arethuza Zero, fundadora da Educafinanceira, o aprendizado não precisa começar com números ou conceitos complexos. Ele pode surgir quando a criança começa a demonstrar seus primeiros desejos de consumo.

Confira abaixo as orientações da especialista para ensinar os filhos a lidar com o dinheiro desde cedo, fazer escolhas conscientes e desenvolver hábitos financeiros saudáveis.

g1 – Como explicar que não é possível comprar tudo o que a criança quer?
Arethuza Zero: A conversa começa antes mesmo de a criança nascer, quando os pais decidem ter um filho e fazem escolhas sobre o quarto, o enxoval e tantas outras coisas. Mas, na prática, o momento de introduzir a educação financeira chega quando a criança começa a manifestar desejos, dizendo “quero” ou “compra”.

Não vamos falar de juros com uma criança de 3 anos. Mas podemos perguntar por que ela quer determinado brinquedo, se realmente precisa dele ou se já tem outro parecido. Educação financeira não é apenas falar de números: é ensinar a fazer escolhas.

g1 – Como explicar que não é possível comprar tudo o que a criança quer?
Arethuza Zero: Não basta dizer simplesmente “não”. É importante contextualizar e mostrar que, para comprar alguma coisa, precisamos de dinheiro, que vem do nosso trabalho.

Também é preciso tomar cuidado com a noção de tempo. Se você disser a uma criança pequena que vai comprar um brinquedo daqui a três meses, ela provavelmente não vai compreender esse intervalo. Uma alternativa é usar exemplos concretos, como acompanhar uma plantinha crescer até dar uma flor, para ajudá-la a entender que algumas coisas exigem espera.

A criança precisa perceber que existe um caminho entre querer alguma coisa e conseguir comprá-la.

g1 – A mesada é necessária para ensinar educação financeira?
Arethuza Zero: A mesada é uma boa ferramenta, mas não é a única. Cada família tem uma realidade financeira e precisa avaliar se o valor cabe no orçamento e o que a criança vai fazer com aquele dinheiro.

Não recomendo atrelar a mesada às notas escolares. Se o desempenho cair, é preciso entender o que aconteceu e se existe alguma dificuldade de aprendizagem. Também não acho adequado pagar por tarefas domésticas que fazem parte da convivência familiar, como arrumar a própria cama.

O importante é estabelecer combinados e ensinar a criança a administrar o dinheiro que recebe.

g1 – O que fazer quando a criança gasta toda a mesada antes do fim do mês e pede mais?
Arethuza Zero: Se a mesada foi combinada para durar o mês inteiro, os pais não devem simplesmente dar mais dinheiro quando ela acaba. A criança precisa aprender a lidar com as consequências das próprias escolhas.

Se gastar tudo com figurinhas, por exemplo, e depois quiser comprar um açaí, talvez não tenha mais dinheiro para isso. É uma oportunidade de aprendizado. Aos 10 anos, errar pode custar pouco; na vida adulta, uma decisão financeira equivocada pode ter consequências muito maiores.

Mas é importante conversar sem julgar. O objetivo não é humilhar a criança, e sim ajudá-la a entender o que poderia ter feito diferente.

g1 – Como ensinar educação financeira em um mundo de Pix, cartões e compras digitais?
Arethuza Zero: Precisamos trabalhar também com o concreto. Para a criança, passar um cartão ou fazer um Pix pode não dar a mesma percepção de que o dinheiro está acabando.

É possível usar cédulas e moedas em situações cotidianas, como nas compras da cantina da escola, para mostrar quanto custa cada coisa e quanto sobra depois de uma compra. Isso não significa que a criança não possa ter uma conta bancária, mas que ela precisa entender o que está acontecendo quando o dinheiro sai da conta.

Também é importante conversar sobre consumo consciente e acompanhar o uso de telas, aplicativos e jogos nos quais as compras podem acontecer com facilidade.

g1 – Como ensinar a criança a consumir de maneira consciente?
Arethuza Zero: Uma estratégia é envolver os filhos nas compras da casa. Antes de ir ao supermercado, os pais podem montar uma lista com a criança e pedir que ela verifique o que está faltando nos armários.

No mercado, é importante evitar momentos de pressa ou fome, que tornam mais difícil respeitar o planejamento. Se a criança pedir algo que não está na lista, os pais podem explicar o combinado e conversar sobre a possibilidade de comprar aquele item em outra ocasião.

Essas situações também permitem ensinar conceitos como necessidade, desejo e promoção. Ao mostrar as contas de água e luz, por exemplo, os adultos podem explicar como atitudes simples, como fechar a torneira ou reduzir o tempo de banho, ajudam a controlar as despesas da casa.

g1 – E quando a própria família está passando por dificuldades financeiras?
Arethuza Zero: O mais importante é conversar com honestidade, de acordo com a idade da criança, sem transferir a ela uma responsabilidade que é dos adultos. É possível explicar que determinada compra não cabe naquele momento no orçamento e pensar em alternativas.

Também não podemos fazer a criança se sentir inferior porque recebe menos dinheiro do que os colegas. Cada família tem uma realidade. A educação financeira deve ajudar os filhos a compreender as próprias possibilidades, fazer escolhas e planejar o futuro, e não estimular comparações.

G1ma

Com salários de até R$ 6,8 mil, Uema está com inscrições abertas para professores em Balsas

BALSAS – A Universidade Estadual do Maranhão (Uema) está com inscrições abertas para um processo seletivo simplificado que oferece vagas para professores substitutos no campus de Balsas, no sul do estado, com salários de até R$ 6,8 mil. As oportunidades são para as áreas de Língua Portuguesa e Inglês.

Estão sendo ofertadas duas vagas, com salários que variam de R$ 4.766,62 a R$ 6.886,82, conforme a titulação do candidato.

A inscrição, que custa R$ 100, segue até terça-feira (13) e deve ser feita exclusivamente pela internet, por meio do site de concursos e seletivos da Uema.

De acordo com o edital, as oportunidades são destinadas ao Departamento de Letras, nas áreas de Língua Portuguesa e Literaturas Estrangeiras Modernas (Inglês), com uma vaga para cada área.

A jornada de trabalho será de 40 horas semanais, e os contratos terão duração de 12 meses, podendo ser prorrogados uma única vez.

Imirante

Armazém Paraíba terá horário especial nesta segunda-feira para facilitar as compras do Dia das Crianças

O Armazém Paraíba preparou um horário especial de funcionamento para esta segunda-feira, dia 12 de outubro, feriado, pensando em oferecer mais comodidade aos clientes que ainda desejam garantir o presente da criançada.

A loja estará aberta das 8h às 13h, dando mais tempo para as famílias escolherem presentes e surpreenderem os pequenos nesta data tão especial.

Com opções para diferentes gostos, o Armazém Paraíba é uma ótima oportunidade para encontrar aquele presente que vai transformar o Dia das Crianças em um momento de alegria e diversão.

Aproveite o horário especial, antecipe suas compras e venha celebrar essa data com muito carinho!

Armazém Paraíba espera por você!