Comissão das Mulheres do Agro de Codó avança nos preparativos para o Encontro Regional durante a 52ª ExpoCodó

A Comissão das Mulheres do Agro de Codó realizou uma reunião de alinhamento para organizar o Encontro Regional das Mulheres do Agro, evento promovido pela Federação da Agricultura e Pecuária do Maranhão (FAEMA), pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR) e pelo Sindicato dos Produtores Rurais de Codó (SINCODÓ). O encontro está marcado para o dia 5 de agosto, no Pavilhão de Leilões do Parque de Exposição Walter Zaidan, durante a programação da 52ª ExpoCodó, e tem como principal objetivo promover a troca de conhecimentos e experiências entre mulheres que atuam no agronegócio.

A iniciativa busca fortalecer a presença feminina no setor por meio do empoderamento, inovação, networking e liderança, reunindo produtoras rurais, empreendedoras, jovens sucessoras, lideranças femininas e integrantes das Comissões de Mulheres do Agro de todo o estado. A programação contará com painéis de discussão, palestra master, momentos de networking, coquetel, apresentações musicais e distribuição de brindes. Entre os temas em destaque estará “Empreendedorismo Feminino no Agronegócio”, que pretende incentivar novas iniciativas e ampliar oportunidades para as participantes.

Além de promover aprendizado e integração, o encontro também pretende fortalecer as comissões femininas, formar novas lideranças e ampliar parcerias institucionais, valorizando o trabalho da FAEMA e dos sindicatos rurais. Com diversos patrocinadores e apoiadores já confirmados, a expectativa é que o evento se consolide como um marco para a inclusão, o dinamismo e a sustentabilidade no agronegócio regional.

A integrante da comissão Jordana da Cruz Silva destacou a importância da união e do trabalho coletivo durante os preparativos. “Em mais um encontro extremamente significativo para todas nós, tivemos um momento de alinhamento, troca de experiências e fortalecimento da união entre as Mulheres do Agro de Codó. Seguimos avançando de forma organizada e comprometida nos preparativos para a ExpoCodó 2026, sempre com o propósito de contribuir para o fortalecimento do setor e o desenvolvimento da nossa região. É um trabalho construído de forma coletiva, com responsabilidade e dedicação.”

Para Rossana Saads, o momento reforça o compromisso das participantes com o crescimento do evento e do agronegócio local. “Nosso encontro, como sempre, foi muito proveitoso. Nesse momento as mulheres do Agro estão unidas para dar uma parcela de ajuda na organização do evento tão grandioso que é a nossa ExpoCodó. Avante sempre!

Já Ana Rayssa ressaltou o clima produtivo e colaborativo das reuniões da comissão. “Foi mais uma reunião extremamente proveitosa e leve da Comissão de Mulheres do Agro. Em um ambiente descontraído, conseguimos avançar em discussões importantes, abordando temas relevantes e cumprindo com êxito mais uma etapa do nosso planejamento anual. Seguimos fortalecidas, alinhadas e comprometidas com nossos objetivos.

Encerrando, a presidente da Comissão das Mulheres do Agro de Codó, Inalda Beder, destacou a importância das reuniões preparatórias para garantir o sucesso do evento. “As reuniões preparatórias são essenciais para o sucesso do Encontro Regional que acontecerá na 52ª ExpoCodó. Elas nos permitem alinhar objetivos, dividir responsabilidades e garantir que cada detalhe seja cuidadosamente planejado. Esse processo colaborativo é fundamental para criar um evento impactante, que não só empodere as participantes, mas também fortaleça nossa rede de apoio e inovação no agronegócio. A dedicação e o empenho de cada uma das mulheres são o que tornam este evento possível e significativo. Juntas, estamos construindo um futuro mais inclusivo e promissor para todas as mulheres do agro.”

Prazo para tirar título de eleitor termina em 6 de maio

Os eleitores terão até o dia 6 de maio para tirar o título de eleitor ou regularizar a situação junto à Justiça Eleitoral. O prazo também vale para quem precisa atualizar dados cadastrais ou solicitar uma transferência de domicílio eleitoral.

A data marca o fechamento do cadastro eleitoral, etapa obrigatória para a organização das eleições gerais de 2026. Após esse período, o sistema é bloqueado para alterações, impedindo novos pedidos de emissão, regularização ou alteração de votação local até a conclusão do pleito.

Nas eleições de 2026, os brasileiros irão às urnas para escolher o presidente da República, governadores, senadores e deputados federais, estaduais e distritais, no caso do Distrito Federal.

O voto é obrigatório para brasileiros alfabetizados entre 18 e 70 anos. Já para jovens de 16 e 17 anos, pessoas analfabetas e maiores de 70 anos, o alistamento eleitoral e o voto são facultativos.

Entre os principais motivos de irregularidade estão a ausência não justificada em eleições anteriores e a falta de quitação de multas eleitorais. Nesses casos, o eleitor deverá consultar a situação e regularizar as pendências junto à Justiça Eleitoral.

O atendimento pode ser feito pela internet, por meio do Autoatendimento Eleitoral ou presencialmente em cartórios eleitorais e postos de atendimento.

O Imparcial

Ministro Flávio Dino defende mudança no código penal para combater corrupção na Justiça

Em artigo de fôlego sobre ética e punição no Sistema de Justiça, o ministro do Supremo Tribunal Federal, Flávio Dino afirma que os mecanismos atuais de controle são insuficientes diante do avanço da corrupção entre profissionais do Direito e defende reformas urgentes no Código Penal, com penas mais severas e tipos penais próprios para magistrados, promotores, advogados e servidores. As declarações são de artigo publicado com exclusividade nos Diários Associados.

Magistrado federal desde 1994, Dino traça um diagnóstico preocupante ao comparar o cenário atual com o que encontrou ao ingressar na carreira. Embora reconheça que a maioria dos integrantes das carreiras jurídicas permanece alheia à corrupção, o ministro destaca três mudanças inquietantes ocorridas nas últimas décadas: o aumento no número de casos, a crescente sofisticação dos esquemas, que chegam a envolver fundos de mercado para lavagem de dinheiro, e o que ele chama de “exibicionismo dos ímprobos”.

“Quando o exercício da jurisdição, um parecer ou um indiciamento passam a ter valor econômico e é possível utilizar o capital para obter posicionamento num sentido ou em outro, a corrupção elimina o interesse público.”

Para o ministro, a deterioração do ambiente ético não é acidental. Dino aponta que a lógica do ultraliberalismo e do individualismo meritocrático criou um terreno fértil para a corrupção dentro do próprio aparato judicial. “Poder, ofertas milionárias, buscas por opulência e a ideia falsa de que o merecimento profissional deve se traduzir em ganhos estratosféricos, tudo isso incentiva a corrida pela vantagem ilícita”, escreve. O resultado, segundo ele, é o surgimento dos chamados “empreendedores forenses”, que substituem o compromisso com a legalidade pela ostentação de riqueza.

Propostas concretas de reforma penal

Reconhecendo a importância, mas também a insuficiência dos mecanismos éticos existentes, como o Código de Ética da Magistratura (Resolução CNJ nº 60/2008) e os respectivos códigos da Advocacia e do Ministério Público, Dino defende que o Direito Penal precisa ser acionado com mais força. Sua proposta central é a revisão do capítulo do Código Penal sobre os crimes contra a Administração da Justiça, com a criação de tipos penais mais rigorosos e específicos.
Entre as mudanças defendidas pelo ministro estão penas mais altas para peculato, concussão, corrupção passiva, prevaricação, tráfico de influência e corrupção ativa praticados no âmbito do Judiciário; afastamento imediato do cargo com o mero recebimento da denúncia criminal; perda automática do cargo com a condenação transitada em julgado; e, para advogados, suspensão imediata da inscrição na Ordem dos Advogados do Brasil, Ordem dos Advogados do Brasil, no momento do recebimento da denúncia, com cancelamento definitivo em caso de condenação.
Dino também propõe a tipificação mais ampla da obstrução à Justiça, prevendo responsabilização criminal para quem impedir, embaraçar ou retaliar o andamento de processos ou investigações, independentemente de se tratar de apuração contra o crime organizado. “A gravidade da obstrução à Justiça justifica essa tipificação mais ampla”, argumenta o ministro.

Não é ilusão punitivista

Antecipando possíveis críticas, o ministro do STF esclarece que suas propostas não representam punitivismo cego, mas o uso de instrumentos proporcionais à gravidade da situação e ao bem jurídico tutelado, a moralidade e o prestígio do sistema de Justiça. “É evidentemente reprovável que um conhecedor e guardião da legalidade traia a sua toga ou beca”, afirma Dino, citando Norberto Bobbio para reforçar que a eficácia das normas depende da institucionalização da sanção.
O ministro também critica o que classifica como impunidade sistêmica: casos graves que resultam, no máximo, em aposentadoria compulsória, sanção que, ressalta, foi extinta em termos constitucionais pela Emenda Constitucional nº 103/2019. Para Dino, medidas superficiais ou simbólicas são incompatíveis com a profundidade do problema que o Brasil enfrenta.

O Imparcial

Óticas AHP oferece consultas de vista de segunda a sexta-feira em Codó

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Pesquisa indica apoio ao exame toxicológico para tirar CNH A e B

A exigência de exame toxicológico para candidatos à primeira habilitação nas categorias A e B foi aprovada por 86% dos entrevistados em uma pesquisa de opinião encomendada pela Associação Brasileira de Toxicologia (ABTox).

A pesquisa foi realizada pelo Instituto Ipsos-Ipec, e teve os resultados divulgados na última sexta-feira (24). Foram ouvidas 2 mil pessoas em 129 municípios do país.

O exame para as categorias A e B foi incluído no Código de Trânsito Brasileiro pela Lei nº 15.153/2025, em vigor desde dezembro do ano passado. Segundo o Ministério dos Transportes, a implementação da exigência está em fase de estudo.

A Carteira Nacional de Habilitação de categoria A é exigida para conduzir motocicletas, motonetas e ciclomotores, enquanto a categoria B inclui automóveis, utilitários e caminhonetes.

O exame toxicológico já era exigido desde 2015 para motoristas profissionais que conduzem veículos das categorias C (caminhões), D (ônibus e vans) e E (veículos com reboque).

Resultados
Ao menos oito em cada dez entrevistados se declararam favoráveis ao exame em todas as regiões do país. A proporção se mantém quando analisado o gênero e a escolaridade dos entrevistados.

Percentual de entrevistados a favor do exame toxicológico:

Norte e Centro-Oeste: 88%;
Nordeste: 87%;
Sudeste e Sul: 84%;
capitais: 87%;
periferias: 86%;
municípios com menos de 500 mil habitantes: 86%;
municípios com mais de 500 mil habitantes: 87%;
mulheres: 87%;
homens: 85%;
ensino superior: 91%;
ensino médio: 88%;
ensino fundamental: 81%.
Por idade, as faixas com índices mais altos de aprovação são as de 25 a 34 anos (88%) e de 35 a 44 anos (87%). Entre os homens de 16 a 24 anos e acima de 45 anos, o índice positivo é de 85%.

A pesquisa indica ainda que, para 68% dos entrevistados, a aplicação do exame toxicológico para a obtenção da CNH nas categorias A e B contribui para o combate ao tráfico de drogas e ao crime organizado.

Já 69% acreditam que contribui para reduzir a violência doméstica provocada pelo consumo de álcool e outras drogas.

Congresso Nacional
A Lei 15.153/2025 foi aprovada em 26 de junho do ano passado no Congresso Nacional, com apoio de parlamentares da base governista e da oposição.

No dia seguinte, a medida foi vetada pela Casa Civil, mas o veto acabou derrubado no dia 4 de dezembro pelo Congresso.

A Lei, sem o veto, foi sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e publicada no Diário Oficial da União em 10 de dezembro de 2025, com vigência imediata.

Por meio dela, a exigência do exame para se habilitar às categorias A e B foi incluída no Parágrafo 10 do Artigo 148-A do Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

Apesar disso, o então Ministro dos Transportes, Renan Filho, declarou que a exigência do exame ainda precisava de regulamentação.

Para a ABTox, essa lei não carece de regulamentação suplementar, “uma vez que está plenamente regulada pela Resolução 923 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), sendo sua aplicação semelhante àquela já praticada para as categorias de motoristas profissionais”.

Ministério dos Transportes
Em nota enviada à Agência Brasil, o Ministério dos Transportes informou, por meio de sua assessoria especial de comunicação, que a exigência de exame toxicológico está em fase de avaliação no âmbito da Câmara Temática de Saúde para o Trânsito (CTST).

“A Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran) conduz análise dos impactos regulatórios e das adequações necessárias à implementação da medida. Entre os pontos avaliados estão o impacto ao cidadão, a capacidade da rede laboratorial para atendimento da demanda, os fluxos do processo de habilitação, possíveis reflexos na segurança viária e a integração aos sistemas existentes”.

O ministério acrescentou que, na última reunião da CTST, realizada em 1º de abril deste ano, foram designados relatores de diferentes áreas de atuação. Eles trabalham com prazo de até 90 dias para apresentar subsídios técnicos que apoiarão a tomada de decisão.

Após a conclusão dessa etapa, o ministério afirma que a Senatran terá condições de avaliar o impacto regulatório e propor eventual regulamentação, em conformidade com a legislação vigente.

Até que os estudos sejam finalizados e ocorra a publicação de norma complementar pelo Contran, permanece a orientação aos Detrans estaduais para que não seja exigido o exame toxicológico na primeira habilitação das categorias A e B.

De acordo com o ministério, a medida “busca assegurar a padronização nacional dos procedimentos, a adequada preparação dos sistemas e a segurança jurídica na aplicação da norma”.

Associação Brasileira de Toxicologia
O fundador da ABTox e presidente do Instituto de Tecnologias para o Trânsito Seguro (ITTS), Marcio Liberbaum, lembrou que o exame toxicológico para as categorias C, D e E foi criado em 2015, mas sua aplicação plena começou somente em 2017, derrubando em torno de 17 liminares contrárias à medida.

Em entrevista à Agência Brasil, ele afirmou que, na época, os motoristas profissionais das categorias C, D e E representavam 4% da frota viária em circulação e participavam de 53% dos acidentes com morte nas estradas.

“Então, era evidente que alguma coisa estava errada. A gente viu que era droga e nas pesquisas feitas junto à opinião pública, a gente confirmou isso”.

Dados da Polícia Rodoviária Federal (PRF) mostram que, em 2017, houve queda de 34% nos acidentes com caminhões, de 45% nos acidentes com ônibus e de 54% dos acidentes fatais nas rodovias interestaduais.

A associação defende ainda que a medida evitou uma perda estimada de R$ 74 bilhões ao Produto Interno Bruto, valor associado a afastamentos e sinistralidades envolvendo motoristas sob efeito de drogas.

Liberbaum explicou que o exame não tem tolerância zero, como a Lei Seca, e é capaz de apontar se o candidato à CNH acumulou, nos últimos seis meses, 500 picogramas de cocaína. Um picograma é uma unidade de medida de massa extremamente pequena, utilizada em contextos científicos de alta precisão, como para detectar traços minúsculos de substâncias toxicológicas e em testes antidoping.

“Aí, ele está inviabilizado. Perdeu o equilíbrio, a capacidade reativa de reflexo, perdeu o centro de orientação, esse cara não pode dirigir mais”, defendeu ele.

Agência Brasil

Gracyanne Barbosa revela verdade por trás da decisão de remover procedimentos do rosto

A musa fitness Gracyanne Barbosa surpreendeu o público ao aparecer com o semblante mais suave durante o Arnold Sports Festival South America, em São Paulo, neste sábado (25/4). Em entrevista ao portal LeoDias, a influenciadora abriu o jogo sobre o processo de reversão de seus procedimentos estéticos faciais em busca de uma aparência mais natural.

Gracyanne explicou que, no início de sua jornada estética, a falta de informação e de tecnologia a levou a escolhas que hoje ela não repetiria. A decisão de retirar os produtos foi motivada pelo desejo de recuperar sua essência.

“Quando eu comecei a cuidar do rosto, fazer, colocar essas coisas, eu não tinha tanto acesso, então fiz procedimentos não tão bacanas. Eu acho que acabei me perdendo um pouco”, afirmou a musa.

Atualmente, ela foca na saúde da pele e em tratamentos preventivos: “Quero cuidar mais do rosto, quero cuidar mais da pele, ter uma aparência mais natural. Não foi exatamente algo que me incomodou a ponto de eu dizer: ‘Ah, não, quero mudar’. Eu quis realmente aproveitar o que tem de melhor no mercado e, assim, sou muito grata e muito feliz de ter acesso, hoje em dia, aos melhores tratamentos e a bons profissionais”.

Rotina de cuidados
A ex-participante do reality revelou que a mudança não é de agora e que tem sido um processo gradual desde que recuperou sua liberdade pós-confinamento.

“Eu comecei a retirar ainda no ano passado, logo depois que saí do ‘BBB’, e, com isso, venho fazendo tratamentos, cuidando da pele, e sempre vai dando uma melhoradinha. Assim espero. Antes, eu não cuidava da pele, era bem relaxada, só usava protetor. Agora venho tomando vitaminas, cuidando do melasma, e isso tem melhorado muito, tem me deixado bem satisfeita”, disse Gracy.

Romance fitness: O “plus” na vida saudável
Além da estética, a vida pessoal de Gracyanne também vive um momento de harmonia. Ela destacou como o relacionamento com o namorado, Gabriel Cardoso, tem impulsionado sua disciplina com o corpo e a alimentação.

“O Gabriel Cardoso também se alimenta super bem. Eu acho que, na nossa relação, isso tem sido muito incrível, porque você está com uma pessoa que tem o mesmo estilo de vida, que te acompanha, e isso torna tudo mais gostoso e mais fácil. É muito bacana poder… a gente faz as refeições juntos, cozinha e vai treinar. Isso tem sido um plus na minha vida fitness”, celebrou.

Contigo

Pegadinha com “Axl Rose”, do Guns N’ Roses, viraliza no MA

Uma brincadeira entre funcionário e chefe de uma loja de material de construção situada na cidade de Imperatriz, no Maranhão acabou viralizando nas redes sociais na última quinta-feira (23), após envolver o nome do cantor Axl Rose, da banda Guns N’ Roses.

Segundo publicação do perfil da loja Mercantil Avenida no Instagram, o dono do estabelecimento estava fora quando recebeu mensagens do funcionário afirmando, em letras maiúsculas, que o artista estaria no local à procura de materiais. Para tornar a história mais convincente, o colaborador chegou a simular ligações insistentes e enviou imagens feitas com inteligência artificial mostrando o cantor dentro da loja e até posando com supostos clientes.

Acreditando na situação, o empresário pediu que o funcionário segurasse o músico até sua chegada, afirmando que estava a caminho. Em tom de desespero, chegou a orientar: “Fala para ele ‘não go, não go’!”. Sem dominar o inglês, o funcionário respondeu que não conseguiria manter o artista no local.

Ao perceber que teria “perdido a oportunidade” de conhecer o cantor, o chefe reagiu com incredulidade. A brincadeira terminou sendo publicada nas redes sociais da empresa e rapidamente viralizou, gerando comentários bem-humorados entre os seguidores.

A repercussão também ganhou força por coincidir com a passagem da banda pelo Brasil. O Guns N’ Roses está em turnê pelo país e realizou show em São Luís nesta semana, após apresentações em outras capitais. A última parada está prevista para este sábado (25), em Belém, no Pará.

Com repertório marcado por sucessos como “Sweet Child O’ Mine”, “Welcome to the Jungle”, “November Rain” e “Paradise City”, a banda mantém forte conexão com o público brasileiro, o que ajudou a impulsionar ainda mais o alcance da pegadinha.

CNB